Cigarreiras, lenços brancos,
Há-os hoje como de antes,
E soldados que pelos flancos,
Por distracção de instantes,
São tragados pela terra
Que os destinou à guerra.
Mas a musa é de outro,
Não de um garanhão, de um potro,
Que temendo o penhasco
Lhe vai seguindo a passada,
Tentando enfiar o casco
Onde o outro fez pegada.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário