Esmaga o mosquito a mão enfadada do seu grito, zumbido inconstante que rasgando o ar aflige a quem tem quente o sangue. Nódoa na parede, nódoa no lençol. Para que um sacie a sede, cede outro do seu sangue, vermelho na parede, vermelho no lençol, já que o saciar da sede não trouxe o que se lhe sucede, mas abrupto final. Pequeno tormento, incómodo apoquento que alivia com a morte, o mosquito na sua sorte, ditada, não escolhida, pela direcção da vida limitada.
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no caso da morte desses seres podem mesmo dizer que a culpa é minha! :)
ResponderEliminarErica
Maldito... O que me deixou os braços num oito...
ResponderEliminarNeste meu caso, ficou marcado na parede :P
Quando voltar a matar um mosquito lembrar-me-ei deste poema! Parabens! Escreves muito bem!
ResponderEliminarContinua...
Abraco Filipe